quarta-feira, 22 de julho de 2015

"365 dias de feriado" (A maior Manifestação de Todos os Tempos)

Olá pessoal, o chato está de volta!
esta semana estou a dar uma acelerada para que o livro esteja pronto até ao dia prometido, logo, mais uma vez trago para vocês um estrato do protocolo da maioria, em que me questiono sobre muitas coisas que se ocorressem na nossa sociedade, resultariam na maior manifestação rumo ao desenvolvimento pessoal e de toda a sociedade em geral. neste pequeno estrato, focarei apenas os pais, mães e os filhos como os elementos base de uma sociedade. Os seus papeis irei desenvolver mais adiante e terão a oportunidade de verificar no livro. Então aqui vai!!

Boa Reflexão!


As manifestações em torno do que realmente interessa, que é o amor ao próximo, têm sido limitados a um mês, ou um único dia do ano em que vivemos de forma intensa em prole de uma causa. Passado este dia ou este mês, voltamos a normalidade onde os comportamentos predominantes são:

·     Humilhação;
·     Egocentrismo;
·     Ausência de partilha;
·     Ambição
·     Materialismo
·     Não valorização dos outros e etc…

afoga-mo-nos na grande monotonia e fartura da rotina diária em que os agrados são raros e os reconhecimentos ou homenagens nunca aparecem. Fácil é celebrar um feriado ou dedicar uma semana a uma actividade ou comportamento cultural especifico. Mas não é suficiente para a necessidade sentimental ou de conforto social para um ser humano.

"O Dia da Criança"


Falamos em dia da criança, organizamos campanhas de solidariedade e actividades que engrandecem este ser, mas depois de Junho ou até uma parcela de Julho tudo isto passa e voltamos a rotina habitual onde a sobrevalorização e os maus tratos são mais frequentes.
E se todos os dias, pelo menos uma hora fosse dedicada as crianças? Se nos preocupássemos diariamente em parabenizar os filhos pelos bons feitos e repreendêssemos pelos maus feitos?

Se em pelo menos uma ou duas vezes por mês levássemos os nossos filhos ou irmão menores, sobrinhos ou enteados a conhecer parques infantis e museus, não estaríamos a alimenta-lo de alegria e a cultivar uma boa relação entre os dois, ou ao menos dar-lhes a oportunidade de aprender com experiências palpáveis e se tornarem menos dependentes de meios virtuais?
Se em todos dias, meses ou semanas visitássemos lares de infância para deixar algum donativo ou fazer uma acção solidária qualquer que fosse? Não estaríamos a cultivar um futuro melhor para as nossas crianças?

O dia 1 de Junho é agradável, mas para as reais necessidades de uma criança não é suficiente. 


"O dia das mulheres"


Convivemos com mulheres na qualidade de mães, esposas, irmãs, namoradas, professoras, amigas, colegas e todas outras relações. Diariamente estamos juntos e partilhamos momentos de alegria e de tristeza. Mas no protocolo da maioria, esperamos datas como o dia das mulheres, mães, avós ou namorados para agrada-las ou homenageá-las de formas diversas.

Quase todos agimos assim!

O contrário não seria o mais sensato? Se agradecessemos todos os dias as mães por nos criarem e aturarem*** como filhos e reconhecer o esforço feito por elas para garantir sempre o bom e o melhor para a nossa manutenção diária, não seria um sinal de gratidão ou um  maior incentivo para elas?

Se com alguma regularidade e de forma sincera oferecermos as nossas esposas, uma rosa, um postal com dizeres bonitos ou qualquer presente que seja, não seria uma forma de reacender a chama que nos une e traduzir em gestos de carinho o que mascaramos em palavras?

E se as conversas regulares com as nossas filhas, sobrinhas e colegas fossem uma rotina diária? Não seria uma forma de criar um ambiente mais aberto e mais próximo, onde a liberdade de expressão e opinião feminina ganharia mais foco. Não seria maior o controlo sobre as nossas meninas? Se desde pequenas lhes ensinarmos a partilhar os seus pensamentos bons bem como os problemas que lhe surgem acredito que ao longo do tempo será um beneficio pelo facto de ela ter criado o habito e confiar os seus pensamentos aos superiores.


"O dia dos Pais"


Gabamo-nos de ter grandes pais, no seio dos amigos, dizemos que eles (os pais) são em grande parte a razão para a nossa existência. 

Será? O teu pai sabe disso?

Porque não lhe dizes regularmente o quanto gostas dele e que a sua importância baseia-se no teu crescimento e desenvolvimento como pessoa? Esperas o momento da sua morte para fazer lamentos em voz alta?

A vida do pai também deve ser interesse dos filhos, tudo isto porque a vida é um lançamento que parte do chão e termina no mesmo chão, ou seja, nasces e ficas sob os cuidados dos pais, mais tarde cresces e deves cuidar dos teus pais também!

E lá vem o dia do pai.. Como sempre, estamos lá todos nós entusiasmados a escolher a melhor dedicatória para agradar o papoite. Uns nem se dão este luxo sequer!



De que nos vale ter uma série de feriados ou semanas de homenagem a diversas causas e personagens, se depois das mesmas voltaremos a esquecer de tais causas e personagens para voltar ao nosso protocolo da maioria? 


espírito de todas as datas festivas ou feriados sempre podem ser prolongados e feitos como uma rotina regular ou um comportamento normal do ser humano dentro de uma sociedade.

Por: Emerson JC Loureço AKA Daltton

Em o Protocolo da Maioria (disponível para download gratuito no dia 31/07/2015)
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