quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A Vida dos Outros (Uma Nuvem para o desenvolvimento)

Olá Pessoal,

De volta as reflexões, trago para vocês mais um trecho de uma questão muito pertinente, relativa aos que fazem da vida dos outros objectivo de conversa e instrumentos para cutucar**, gozar ou fazer novelas que de  certa forma os prejudicam e chegam a privar o seu desenvolvimento como pessoas.

Espero que se encontrem nesta viagem!!

A nossa interferência na vida dos outros não pode ser nunca no sentido de prejudicar ou simplesmente proporcionar momentos de abuso, gozo, ou exibições de comédia gratuita para uma maioria que aplaude e de certa forma faz parte deste ciclo que priva qualquer um de evoluir de forma limpa ou ter no seu leque de ideias, assuntos construtivos que de certa forma é prioridade para quem se julga procurar o desenvolvimento para si, para o seu meio e para o seu país em geral.


O que ganhas sujando a imagem dos vizinhos com factos ou argumentos que reais ou não possam manchar a sua imagem?

A fofoca, injúria, calúnia ou difamação, levam-te aonde quando praticas?

Quando sujas a imagem de um amigo ou amiga perante ao seu namorado, o que tens tu em troca?

Será que aliar a tua rotina as tuas ocupações e preocupações pessoais não te daria mais tempo de se conhecer e saber o que realmente esperas ou almejas para o teu futuro?

Quem queremos Ser afinal. Os jornalistas e paparazzi da vida alheia ou os protagonistas a 100% das nossas vidas?

Queres ser aplaudido por gracinhas ou por feitos importantes que mudam para bem a vida daqueles que publicitas?


Seja qual forem as respostas que cada um der para estas perguntas, a minha opinião é a mesma:
Enquanto a vida dos outros estiver a nossa frente como material de uso diário e nada produtivo para ambos, teremos uma nuvem ou uma grande barreira que irá impedir o prolongamento da nossa visão para outros horizontes.

Se não irás tomar uma atitude em relação ao outro para ajudar acredita que passarás na indiferença ou irás mesmo prejudicar a pessoa em questão.


Está mais do que na hora de olhar para a nossa realidade e perceber que estamos por baixo do pano da futilidade e mais do que conformados com as rotinas indiferentes, sem sequer contribuir com o básico em termos de ideias ou acções no sentido da mudança.

Para onde iremos caminhar se nem sabemos ainda andar com os nossos pés. O mérito próprio ainda não respira e as subidas a ribalta são por meio de degraus humanos que são as cabeças alheias. Estamos a nos pisar uns aos outros para subir ainda nem sabemos.

A vizinha namora com vários homens... Deves repreender ou divulgar as suas cenas no facebook? Pagam-te?

O vizinho rouba em sua casa e a vizinhança apercebeu-se... És tu o juiz desta causa??

Invades até a privacidade do alheio para conseguir protagonismo... Depois disto, haverá recompensa? E mesmo que houver... Será justa?

Não pensas ao menos que as condições a que submetes uma pessoa, podem ser aplicadas a ti por outra pessoa?


Há muito por se fazer pela frente, e honestamente o protocolo da maioria não será o melhor caminho para o começo, nem para de forma limpa atingir o fim que todos almejamos.

A vida do outro é responsabilidade do outro tal como a nossa vida é uma responsabilidade nossa.

A indiferença é um desperdício de vida e a futilidade é uma venda para o desenvolvimento progressivo de uma pessoa ou sociedade.

Cultivem valores morais e respeitem a propriedade física, a imagem ou integridade de outras pessoas.

Nunca se sabe quando será a nossa vez de aparecer na tela como o motivo de risadas...


Pensem nisso!!!


Por: Emerson JC Lourenço AKA Daltton
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